domingo, 13 de setembro de 2020

Salta Martim - Strychnos brasiliensis

 SALTA-MARTIM

Strychnos brasiliensis - RNC 24637


Arbusto ou arvoreta nativa do Brasil, produz grande quantidade de pequenos frutos de cor laranja viva, com polpa de cor branca e translúcida, e de consistência firme. Estes servem de alimento pra avi-fauna e apresentam diversas propriedades medicinais. Não há relatos confiáveis quanto à possibilidade de consumo dos frutos por humanos.


Também conhecido como Esporão-de-galo ou Anzol-de-lontra, tem como principal característica o fato de seus frutos pularem quando caem ou são arremessados ao chão, dando assim origem ao seu nome popular. Fato que chama atenção das crianças que utilizam seus frutos para brincadeiras nas regiões onde é encontrado nativo.


Planta encontrada com certa raridade na natureza, é indispensável em projetos de reflorestamentos de áreas degradadas. Pode ser utilizado em bonsais. Espécie rústica de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol ou meia-sombra. Aceita a maioria dos solos, menos os encharcados.


Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br


Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos em centímetros

Detalhe da planta

Detalhe das folhas e ramos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Tamanho dos frutos

Tamanho dos frutos


Detalhe dos frutos e folhas





sábado, 12 de setembro de 2020

Pitaya Amarela Gigante de Casca Lisa - Hylocereus undatus

 PITAYA AMARELA GIGANTE DE CASCA LISA

Hylocereus undatus - RNC 35530


Também conhecida como Pitaya Amarela Golden, esta variedade produz frutos gigantes (Quando comparados com a Pitaya Amarela Colombiana), com casca lisa e polpa branca, apresentando excelente sabor. Ótima para consumo in-natura, sucos, geleias e sorvetes.

Inicia a produção em 1 a 2 anos após serem plantadas as mudas. Deve ser plantada a pleno sol, em solo drenado e preferencialmente escorada em um suporte, como troncos ou cercas. Sua linda florada perfumada, abre somente a noite.  Pode ser cultivada em vasos grandes.

Mudas desta espécie são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe do fruto aberto

Tamanho dos frutos




quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Acalifa Macarrão Vermelha Fina - Acalypha godseffiana 'Heterophylla'

 ACALIFA MACARRÃO VERMELHA FINA

Acalypha godseffiana 'Heterophylla'


Arbusto semilenhoso muito ramificado originário da Nova Guiné, produz exuberante folhagem fina e decorativa, nas cores vinho com vermelho. Planta ideal para uso no paisagismo formando arbustos, maciços ou cerca-vivas. Produz pequena florada de cor verde-avermelhada, porém sem interesse ornamental.

Espécie rústica de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Aceita podas sempre que necessário para controle de crescimento. Geralmente não passa de 2 metros de altura.

O Viveiro Ciprest comercializada mudas desta espécie sazonalmente. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe da planta

Detalhe das folhas

Detalhe da folhagem

Detalhe da folhagem em ambiente sombreado





terça-feira, 1 de setembro de 2020

Acalifa Macarrão Verde Fina - Acalypha godseffiana 'Heterophylla'

 ACALIFA MACARRÃO VERDE FINA

Acalypha godseffiana 'Heterophylla'


Arbusto semilenhoso muito ramificado originário da Nova Guiné, produz exuberante folhagem fina e decorativa, nas cores verde com creme. Planta ideal para uso no paisagismo formando arbustos, maciços ou cerca-vivas. Produz pequena florada de cor verde-avermelhada, porém sem interesse ornamental.

Espécie rústica de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Aceita podas sempre que necessário para controle de crescimento. Geralmente não passa de 2 metros de altura.

O Viveiro Ciprest comercializada mudas desta espécie sazonalmente. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe da planta

Detalhe das folhas

Detalhe das brotações novas

Detalhe da florada

Detalhe da planta



sábado, 22 de agosto de 2020

Ameixa Kelsey Paulista - Prunus salicina

 AMEIXA KELSEY PAULISTA

Prunus salicina


Cultivar de Ameixa Japonesa selecionada na década de 1930 na propriedade dos Irmãos Giacon em Limeira-SP, produz deliciosos frutos de tamanho grande com casca amarela-esverdeada. Sua polpa é doce e de excelente sabor. Ótima para consumo in-natura, sucos, geleias, licores e sorvetes.

Uma das melhores variedades de ameixa para cultivo no Estado de São Paulo, apresenta alta produtividade, exigência mínima de horas de frio e não necessita de polinização cruzada com outra espécie, produzindo sozinha no pomar.

Planta de poucos cuidados, com manejo adequado e plantas enxertadas, pode ser cultivada em vasos. Deve ser plantada a pleno sol, e preferencialmente em solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Para saber mais sobre o plantio de ameixas, clique aqui e veja um excelente boletim sobre ameixeiras do IAC.

Para obter frutos maiores e de melhor qualidade, é necessário realizar uma poda anual entre o final de julho ou começo de agosto, época esta em que a planta esta despida de folhas, e assim que estiver carregada de frutos ainda pequenos, se recomenda desbastar metade destes frutos.

Mudas enxertadas deste cultivar são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Destaque: Um pouco mais sobre a história da Ameixa Kelsey Paulista


A variedade de ameixa Kelsey foi a primeira ameixa de origem japonesa que chegou nos Estados Unidos em 1870. Cultivar de grande sucesso na época, foi amplamente plantada comercialmente em solo americano.

Em 1929 Henrique Jacobs importou sementes de Ameixa Kelsey oriundas dos Estados Unidos para produção de mudas na propriedade dos Dierberger em Limeira-SP. Dentre essas primeiras mudas produzidas, algumas foram compradas e plantadas pelos os Irmãos Giacon da propriedade vizinha na época e dos frutos que produziram, foram plantadas as sementes e destas sementes, saiu a planta que viria a ser a melhor das Ameixas para o Brasil na época. 

Desta planta reproduzida com sementes da Kelsey Americana, uma delas acabou se destacando entre as demais, produzindo frutos grandes e de ótimo sabor, além da alta produtividade. E assim foi selecionado por enxertia o cultivar "Kelsey Paulista", que viria a ser um grande sucesso nas próximas décadas no Estado de São Paulo.

Veja abaixo uma excelente matéria sobre sobre a ameixeira no estado de São Paulo, de autoria de Armando Martins Clemente, publicado originalmente em 14/07/1954 no jornal Estado de São Paulo, onde é destacada a Ameixa Kelsey Paulista.

RESGATE DA VARIEDADE:
¨Lembro na minha infância, desta ameixa sempre plantada nas propriedades de meus antepassados como o Irineu Jacon e também o Orlando Jacon, quando a experimentei pela primeira vez no sítio do Orlando adorei, uma lembrando até hoje presente em minha memória, daquela que nos fazem salivar, desta Ameixa que se diferenciava das demais em sabor, consistência, crocância e também por um umbigo pronunciado e muitas vezes oco por dentro, em volta deste umbigo a polpa bem macia e sucosa e no restante da fruta mais firme.
Somos descendentes de famílias Italianas, esta Ameixa era chamada pelos mais antigos de BRUNHA.
Anos atrás, começou a saga para recuperar a espécie, que acabara se perdendo há décadas e com ajuda do Dr. Sérgio Sartori,  amigo e companheiro na Associação Brasileira de Frutas Raras, do Sr. José de Barros, aposentado do IAC, Estação Experimental de Jundiaí, que tem até uma Nectarina batizada em sua homenagem, a Nectarina Josefina foi possível resgatar a espécie e passar para um viveiro voltar a enxertar, produzir mudas dela em pequena quantidade.
Mas a  Saga ainda não terminaria, pois até mesmo fotos dela, para mostrar como é não existiam. 
Quase dois anos se passaram e o Fernando, amigo e produtor de Jundiaí arrumou fotos dos frutos dos frutos na planta, ainda  verdes e na web, localizei uma postagem dela, sem especificar a variedade, referida como uma Ameixa deliciosa que tenho no quintal, feita pelo Sr. Aldo Scherpinski que mostrava a fruta da minha lembrança, inclusive mostrando a cera branca que recobre a casca, que pode ser vista na foto preto e branco abaixo e também o oco, com a suculência do passado, das minhas memórias.
Feliz por resgatar com a ajuda de amigos de hoje e antes desconhecidos,  tanto a planta como as fotos para descreve-la. Sei que meus familiares mais antigos devem sentir falta do sabor dela, bem como todos que cruzaram com a Ameixa ou Brunha, como a chamavam.
Uma publicação muito especial, feita por meu filho Gustavo Giacon em 23/08/2020
- Edilson Giacon ¨


(Clique na imagem para ampliar)

Detalhe dos frutos em publicação dos anos 50

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

 Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos na planta




domingo, 26 de julho de 2020

Rosa Trepadeira Vinho - Rosa luciae

ROSA TREPADEIRA VINHO

Rosa luciae - RNC 34716

Sin. Rosa wichuraiana


Variedade de roseira trepadeira originária do Japão e da China, produz grande quantidade de pequenas flores de cor vermelha-vinácea. Floresce quase o ano todo, sendo com maior ênfase durante a primavera.

Planta muito ornamental, pode ser utilizada no paisagismo junto a cercas, alambrados, pérgolas e caramanchões. Espécie rústica de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol. Gosta de solos férteis, com boa drenagem.

Mudas desta variedade são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe das flores

Detalhe das flores

Detalhe das flores e folhas

Tamanho das flores

Tamanho das flores (Flores novas são mais avermelhadas)

Detalhe das mudas florescendo no Viveiro Ciprest em Limeira-SP

Guirlanda de flores e folhas de Rosa Trepadeira Vinho




domingo, 5 de julho de 2020

Escova de Macaco Amarela ( Combretum lanceolatum )

ESCOVA DE MACACO AMARELA

( Combretum lanceolatum )


Trepadeira lenhosa ou grande arbusto nativo da Mata Atlântica e do Cerrado brasileiro, produz belíssima florada amarela-esverdeada em forma de "escovas" dispostas somente para um lado, durante o período de inverno. Espécie atrativa de beija-flores e pássaros.

Ainda pouco conhecida, apresenta grande possibilidade de uso no paisagismo. Pode ser cultivada como um grande arbusto semi-lenhoso ou utilizada em caramanchões. As cápsulas de suas sementes de cor avermelhada também chamam atenção.

Espécie rústica de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Mudas desta espécie são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Escova de Macaco Amarela florescendo no Viveiro Ciprest em Limeira-SP

Detalhe da florada

Escova de Macaco Amarela florescendo no Viveiro Ciprest em Limeira-SP

Escova de Macaco Amarela florescendo no Viveiro Ciprest em Limeira-SP




quinta-feira, 2 de julho de 2020

Brinco de Ouro ( Petraeovitex bambusetorum )

BRINCO DE OURO

( Petraeovitex bambusetorum )


Rara trepadeira originária da Ásia, introduzida recentemente pelo Jardim Botânico Plantarum de Nova Odessa-SP. Produz exuberantes cachos pendentes de coloração amarela-ouro em grande quantidade. Muito ornamental, é uma boa opção para o plantio junto a cercas, alambrados, pérgolas e caramanchões.

Espécie de fácil cultivo, pode ser plantada a pleno sol ou meia-sombra. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Mudas desta belíssima trepadeira são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja a apresentação do Brinco-de-Ouro pelo nosso amigo Harri Lorenzi do Jardim Botânico Plantarum no vídeo abaixo:


Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos cachos dourados

Detalhe das flores

Detalhe do cacho dourado