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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Feijoa ou Goiaba Serrana ( Acca sellowiana )

FEIJOA ou GOIABA SERRANA

( Acca sellowiana ) - RNC 23373


Também conhecida como Goiaba Abacaxi, a Feijoa é uma frutífera brasileira nativa da Mata Atlântica das região sul do país, mais precisamente nas Matas dos Pinhais. De sabor muito agradável, tem polpa suculenta e doce, sendo que suas sementes são mastigáveis. Os frutos são muito aromáticos, e além do consumo in-natura, podem ser utilizados em sucos, geleias e sorvetes. Devido a casca dos frutos serem espessas e um pouco amarga, geralmente são consumidos com colher após serem cortados ao meio e descartada a parte mais firme.

Apesar de ser nativa do Brasil, é praticamente desconhecida no país, exceto na áreas onde se encontra nativa, e por pequenos plantios comerciais em Santa Catarina-SC. Já em países como Nova Zelândia, Austrália e Colômbia, seu cultivo se desenvolve a décadas, e esta fruta tem enorme sucesso comercial.

Arvoreta de copa baixa, dificilmente passa de 4 metros de altura. Planta muito ornamental, principalmente pelas bela florada. Pode ser cultivada em vasos grandes e também como cerca-vivas naturais, com poucas podas.

De fácil cultivo, deve ser plantada em solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Gosta de regiões mais frias. As mudas começam a produzir frutos em 3 a 4 anos após o plantio.

O Viveiro Ciprest comercializa mudas desta espécie. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Tamanho do fruto

Detalhe das flores, sendo que suas pétalas são comestíveis.

Geleia Italiana de Feijoa adoçada com suco de uva.


Sendo vendida em feira livre no Exterior


Cosmético comercializado no exterior com nossa Goiaba Serrana. 


Matéria no Globo reporte, clique aqui para assistir.

Vídeo com Sabrina Sartori, apresentando a Feijoa ( Goiaba Serrana, Pineapple guava ) Clique aqui:



quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Batinga ou Cambuí Tricolor ( Eugenia ramboi )

BATINGA ou CAMBUÍ TRICOLOR

( Eugenia ramboi )


Árvore de médio porte quando encontrada nativa, e arbusto ou arvoreta quando cultivada, a Batinga ou Cambuí Tricolor é uma frutífera nativa da floresta pluvial Atlântica, na região Sul do Brasil. Produz grande quantidade de pequenos frutos, que passam por diversas cores, até ficaram pretos quando maduros. Possuem sabor doce, porém são um pouco adstringentes.

Planta muito ornamental, pode ser utilizada na arborização urbana ou cultivada em vasos. Frutifica em grande quantidade no período de outubro a dezembro. Seus frutos são atrativos para pássaros.

Planta indispensável em projetos de reflorestamentos das áreas degradadas onde se encontrava nativa. De fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe das folhas

Detalhe da planta




segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Cereja Amarela do Cerrado ( Eugenia heringeriana )

CEREJA AMARELA do CERRADO

( Eugenia heringeriana )


Nativa do Cerrado e da Mata Atlântica, a Cereja Amarela é uma planta arbustiva de pequeno porte, que dificilmente passa de 3 metros de altura. Seus frutos lembram a Laranjinha do Mato, porém quando maduros, estes são firmes e de cor amarela, sendo de sabor doce.

Planta de folhagem muito ornamental, sendo os ramos pendentes, com folhas de cor verde brilhante. Muito produtiva, frutifica no período de outubro a dezembro.

Planta indispensável em projetos de reflorestamento, pois é quase desconhecida, sendo encontrada esporadicamente em estado nativo no Brasil. Portanto, esta sujeita a extinção.

Planta de fácil cultivo e de rápido crescimento. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem ou também de solos mais arenosos. Começa a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio.

Mudas desta espécie são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Detalhe do fruto cortado

Detalhe de penca de frutos na planta

Detalhe de uma planta carregada de frutos



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Sibipiruna ( Caesalpinia peltophoroides )

SIBIPIRUNA ou SIBIPIRUNA

( Caesalpinia (pluviosa) peltophoroides ) - RNC 23614


Árvore nativa da Mata Atlântica, a Sibipiruna é uma árvore de grande porte, muito utilizada na arborização urbana das cidades brasileiras. Espécie muito ornamental de rápido crescimento e floração, produz grande quantidade de flores em formato de espigas na cor amarela, durante o período de setembro a novembro.

Quando cultiva, chega a ficar com no máximo 15 metros de altura, porém em estado nativo, já foram encontrados exemplares com 28 metros de altura. Madeira de boa qualidade, que é empregada na construção civil. Árvore excelente para o plantio em entradas e alamedas, bem como na arborização urbana, para sombreamento, inclusive de estacionamentos.

Planta de fácil cultivo, gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

NOTA: Na década de 70, Limeira e outras cidades do Estado foram arborizada com milhares de árvores da Sibipiruna,  também da Bauhinea ( Pata de Vaca ) . Com pouco mais de 6 anos, lembro das milhares de sementes que debulhei das vagens, destas duas variedades de árvores, ajudando meu Pai Francisco Giacon ( Mané ) e meus tios, que trabalhavam em sociedade, nos afazeres do dia a dia na produção de mudas. Sempre ajudei meu pai no que me era possível, pois percebia o quanto era árduo o trabalho na roça, quanto era difícil ganhar o pão de cada dia e por conta disto, queria ajudar. Nunca fui forçado a trabalhar desde criança, porém como ele via que eu gostava de ajuda-lo, sempre me chamava. Ajudava ele e  estudava. 
Não pude estudar nas melhores escolas, não tive chance de estudar o que gostava, em minha cidade não havia escola da área,  porém aprendi com ele uma profissão e também o gosto pelas plantas e hoje, não concordo com a críticas e proibição de trabalho infantil, pois uma pessoa passar metade da sua vida estudando, para depois procurar emprego, começar a vida profissional, acredito não ser a melhor coisa, pois não aprendeu a dar valor ao dinheiro, geralmente acha que o vizinho ganha mais fácil. Minha adolescência foi com crianças e jovens da área rural que também precisavam trabalhar e não lembro de nenhum destes, ter se perdido no vício ou na vagabundice. Algo comum de se presenciar nos dias de hoje. 
Aprendi desde pequeno que não era fácil ganhar  honestamente o sustento. A partir de 12 anos, já comecei a formar minhas mudas, ajudava meu pai e podia vender estas junto no dia a dia. É muito gratificando, ganhar o ¨dinheirinho¨ e nunca me arrependi por trabalhar desde novo. 
Com meu filho Gustavo, sempre deixei ele estudar em primeiro lugar, tanto que ainda continua e acho que nunca vai parar, de estudar e de ler,  porém sempre lhe dei afazeres e ele sempre gostou de me ajudar. Hoje fico feliz dele ser uma pessoa trabalhadora e honesta.
Por vontade própria, está seguindo a profissão da Família. 

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe das flores

Detalhe das flores

Detalhe da florada

Detalhe da árvore florida

Detalhe da árvore florida

Alameda de Sibipirunas

Copa de uma Sibipiruna de grande porte



segunda-feira, 5 de março de 2018

Ameixa da Mata ou Cereja de Joinville ( Eugenia candolleana )

AMEIXA da MATA ou CEREJA de JOINVILLE

( Eugenia candolleana ) - RNC 23972


Árvore de pequeno a médio porte nativa da Mata Atlântica e das Restingas Litorâneas desde Pernambuco até o Paraná, produz deliciosos frutos de casca preta arroxeada, com suculenta de agradável sabor doce, sendo muito apreciados. Ótimos para consumo in-natura, sucos, geleias e sorvetes.

O Cambuí Preto ou Murtinha são consideradas da mesma espécie, porém seus frutos são mais compridos. Devido a grande área onde se encontra nativa, existem algumas variações quanto a frutos e as formas da árvore de acordo com a região, todavia o sabor e a consistência dos frutos são os mesmo. 

Planta com grande potencial para uso na arborização urbana, pois dificilmente ultrapassa 5 metros de altura quando cultivada. Seus frutos são atrativos de pássaros. Uma excelente opção para cultivo em pomares ou para uso em reflorestamentos de áreas degradadas.

Planta rústica de fácil cultivo e de rápido crescimento. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos férteis e úmidos de preferencia, porém com boa drenagem. Sempre que possível, planta 2 ou mais plantas para melhorar a produção de frutos. Começa a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio das mudas.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos


Detalhe dos frutos


Detalhe dos frutos


Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos ainda não totalmente maduros, porém bons para consumo

Detalhe dos frutos maduros




quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Guabiroba Verde Rugosa ou da Restinga ( Campomanesia schlechtendaliana )

GUABIROBA VERDE RUGOSA ou da RESTINGA

( Campomanesia schlechtendaliana ) - RNC 23642


Nativa da Mata Atlântica e da Restinga da região Sudeste, a Guabiroba Verde Rugosa se encontra em ameaça de extinção na vegetação nativa dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, devido ao desmatamento e a expansão urbana.

Entre as variedades de guabiroba, esta se destaca pelos frutos de tamanho médio e por ser uma das mais saborosas, sendo seu sabor doce ou agridoce. Estes podem ser consumidos in-natura, sucos, geleias, sorvetes e doces. Como em outros tipos de guabirobas, suas sementes não devem ser mastigadas, por serem amargas.

Planta de médio porte quando encontrada nativa chega até 12 metros de altura, e quando cultivada, fica de pequeno porte, chegando a no máximo de 6 metros de altura. Árvore ornamental, suas folhas são verde brilhosas e rugosas na nervação. Produz bela florada branca.

Espécie de fácil cultivo, não pode faltar em pomares de frutas exóticas e em reflorestamentos das áreas onde se encontrava nativa. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Aceita a maioria dos solos, inclusive os mais arenosos.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe do fruto cortado

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos