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segunda-feira, 23 de março de 2020

Abio Gigante do Alto Solimões ( Pouteria caimito )

ABIO GIGANTE do ALTO SOLIMÕES

( Pouteria caimito ) - RNC 23305


Seleção de abio oriundo da região do Alto Solimões no Estado do Amazônas, é encontrado nativo exclusivamente na amazônia. Produz frutos gigantes, que chegam a pesar até 1 quilo. De casca amarela com polpa gelatinosa, seu sabor é doce e muito agradável. Ótimos para consumo in-natura, sucos e sorvetes.

Árvore de médio porte quando cultivada, geralmente não passa de 7 a 8 metros de altura. É uma excelente escolha para se ter em pomares ou para o plantio em reflorestamentos de áreas degradadas. Seus frutos servem de alimento pra avi-fauna.

Espécie rústica de poucos cuidados, aceita a maioria dos solos. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos úmidos, com boa drenagem. Começa a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio da muda.

Mudas desta espécie são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe de frutos de Abio Gigante do Alto Solimões colhidos na Ciprest em 2014

Detalhe de frutos de Abio Gigante do Alto Solimões colhidos na Ciprest em 2014

Tamanho dos frutos

Tamanho do fruto

Detalhe dos frutos

Abio Gigante do Alto Solimões produzindo na Ciprest em Limeira-SP

Abio Gigante do Alto Solimões produzindo na Ciprest em Limeira-SP

Abio Gigante do Alto Solimões produzindo na Ciprest em Limeira-SP

Abio Gigante do Alto Solimões produzindo na Ciprest em Limeira-SP

Detalhe da florada
 
Detalhe dos frutos na planta




domingo, 22 de março de 2020

Abio Laranja Selvagem ( Pouteria caimito )

ABIO LARANJA SELVAGEM

( Pouteria caimito )


Seleção raríssima de abio, produz frutos de casca laranja viva, com polpa muito doce e de sabor agradável. Ótimos para consumo in-natura, sucos e sorvetes. Variedade selecionada no pomar de frutas do Viveiro Ciprest em Limeira-SP, oriunda de uma muda de abio formada por semente de origem desconhecida.

Árvore de pequeno porte até o momento (2020), nossa planta de 10 anos não passou de 3 metros de altura. Espécie rústica de poucos cuidados, aceita a maioria dos solos. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos úmidos, com boa drenagem. Começa a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio da muda.

Pretendemos começar a comercializar mudas desta variedade no final de 2020 ou começo de 2021, reproduzidas por enxertia. Mudas de semente ainda não podemos confirmar com certeza se ira produzir frutos de cor laranja.

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos em centímetros

Tamanho dos frutos

Tamanho dos frutos

Tamanho dos frutos em centímetros

Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe do fruto na planta

Abio Laranja Selvagem ao lado do Abio Gigante do Alto Solimões, no pomar do Viveiro Ciprest em Limeira-SP

Abio Laranja Selvagem ao lado do Abio Gigante do Alto Solimões, no pomar do Viveiro Ciprest em Limeira-SP




terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Pindaúva ou Pindaíba ( Duguetia lanceolata )

PINDAÚVA ou PINDAÍBA

( Duguetia lanceolata ) - RNC 24016


Árvore frutífera de médio porte nativa da Mata Atlântica, produz frutos de aparência incrível e beleza única. Estes são doces e suculentos, de excelente sabor. Ótimos para consumo in-natura, sucos, geleias, sorvetes e licores. Frutifica no período de janeiro a abril.

Espécie encontrada com certa raridade na natureza, corre risco de extinção devido a dificuldade de propagação de mudas aliada ao desmatamento das regiões onde se encontra nativa. Árvore muito ornamental e com bela florada, indispensável em qualquer pomar de frutas nativas do Brasil.

Planta de fácil cultivo, porém de crescimento lento. Aprecia solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Uma ótima opção para ser utilizada em reflorestamentos de áreas degradadas.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br


Curiosidade


A expressão "Estar na Pindaíba", quase todos já ouviram esta expressão em algum momento da vida. Ela define uma dada situação, muitas vezes se referindo a uma pessoa, ou uma Empresa que está caindo, está despencando, falindo entre tantos outros sinônimos.

Provavelmente, esta frase vem desta fruta, pois quem já colheu seus frutos na árvore, sabe o que ocorre, e se lembra deste termo.

É comum ver frutos lindos na copa da planta, porém quando estão bem maduros, com o mais leve toque, o fruto se desfaz e despenca.

Despenca em diversos pequenos gomos, que se desprendem de seu coração, pois a fruta é formada por muitos gomos, unidos em um centro. Quando maduros, eles se soltam, caindo espalhados ao solo. Qualquer vento ou toque é suficiente para o desprendimento.

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos e da polpa

Detalhe dos frutos

Detalhe dos pequenos gomos com polpa

Frutos colhidos na região de Limeira-SP


Tamanho do frutos

Tamanho dos frutos

Formato e cores incríveis

Formato e cores incríveis

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos e da polpa

Detalhe dos frutos




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Quixabeira ( Sideroxylon obtusifolium )

QUIXABEIRA

( Sideroxylon obtusifolium ) - RNC 25527


Também conhecida como Quixaba ou Sapotiaba, é uma árvore frutífera de médio porte nativa da Caatinga e das restingas litorâneas do Brasil. Produz grande quantidade de pequenos frutos de casca lisa de cor negra-violácea. Estes quando bem maduros apresentam polpa suculenta e muito doce, de excelente sabor.

Muito apreciado nas regiões onde se encontra nativo, podem ser consumidos in-natura ou na forma de geleia. Frutifica durante o período de dezembro a fevereiro. Vale ressaltar que seus frutos devem ser consumidos bem maduros ou um dia após colhidos, pois estes são leitosos quando não totalmente maduros.

Planta com folhagem ornamental, apresenta copa densa e muito ramifica, e suas pequenas flores são perfumadas. Floresce no período de outubro a novembro. Espécie em risco de extinção devido a dificuldade de germinação de suas sementes, portanto é uma opção indispensável no reflorestamento de regiões litorâneas e de Caatinga.

Na ilha de Paquetá no Estado do Rio de Janeiro a Quixabeira quase se extinguiu devido a urbanização, sobrando poucos exemplares. Saiba mais sobre a Quixabeira de Paquetá, clique aqui.

Planta rústica de fácil cultivo, gosta de solos argilosos ou arenosos. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Começa a produzir frutos em 3 a 4 anos após o plantio das mudas.

O Viveiro Ciprest comercializa sazonalmente mudas desta espécie. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos e das folhas


Detalhe dos frutos cortados

Detalhe dos frutos e folhas

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Detalhe da florada

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos