sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Mama Cadela ( Brosimum gaudichaudii )

MAMA CADELA

( Brosimum gaudichaudii ) - RNC 23562


Arbusto ou arvoreta de galhos tortuosos, a Mama Cadela, também conhecida como Mamica de Cadela, é uma frutífera nativa do Cerrado brasileiro. Produz grande quantidade de frutos de formato arredondado e de coloração laranja, com polpa fibrosa e suculenta. Possui excelente sabor doce, bastante agradável, sendo que estes podem ser consumidos in-natura ou na forma de sucos e sorvetes. A polpa dos frutos podem ser mascadas igual chiclete.

Planta com muitas propriedades medicinais, se destacando no tratamento do vitiligo. Frutifica de setembro a novembro. Planta de crescimento lento, porém de frutificação precoce. Aceita a maioria dos solos, inclusive os mais arenosos ou pedregosos. Só não aceita solo encharcado.

* Agradecemos ao Sr. João Batista Pereira de Patos de Minas - MG , por nos ter fornecidos os frutos e ramos, que ilustram esta postagem.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos e folhas

Detalhe dos frutos e folhas

Detalhe dos fruto cortado

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

  Sorvete de Mama Cadela



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Guarajuba ( Terminalia acuminata )

GUARAJUBA

( Terminalia acuminata )

* Exemplar de 5 anos, crescendo vigorosamente no Viveiro Ciprest.  

A primeira vista, as folhas desta árvore descritas pela primeira vez pelo naturalista Francisco Freyre Allemão lembram a de uma Guabiroba (Campomanesia) , porém trata-se de uma Terminalia,  uma árvore Brasileira, talvez uma das  mais raras dentre elas, pois foi considerada extinta na natureza em 1998 (RED LIST), e somente após serem localizados 3 exemplares perdidos, dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro , começou a despertar o interesse de curiosos e pesquisadores e felizmente, de lá para cá, foram achados exemplares sobreviventes na natureza. 

Publicação da RED-LIST, onde constam espécies em risco ou extintas na natureza.

Era uma árvore comum nas matas litorâneas do Rio de Janeiro, que desde a época Imperial, onde foi muito explorada, pois rendia ótima madeira , de alta resistência, que flutuava bem e era ótima para fabricação de embarcações, móveis, construção civil. Desta forma, foi cortada/retirada das matas até a última planta, pelo menos por muitos anos se acreditou nisso. 


Guarajuba (Terminalia acuminata). Foto: Acervo Jardim Botânico

Mudas desta espécie serão comercializadas futuramente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Leia mais nos links abaixo:

Matéria da época que se descobriu as últimas 3 plantas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro: O Globo

Em 2018, é considera em perigo de extinção: Clique aqui para ler descrição dela na Flora do Brasil 

Matéria de 2016 quando se localizou uma planta na mata do Parque Estadual da Serra da Tiririca (RJ) 

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Bilimbi ou Carambola Selvagem ( Averrhoa bilimbi )

BILIMBI ou CARAMBOLA SELVAGEM

( Averrhoa bilimbi ) - RNC 29606


Nativa da Ásia, foi introduzida na região norte do Brasil inicialmente, provinda da Guiana Francesa, por isso é conhecida em algumas regiões como Limão de Caiena. Árvore de pequeno a médio porte, chega no máximo a 8 metros de altura, porém pode ser mantida com o tamanho desejado com podas esporádicas. Produz pequena, porém bela florada de cor vermelha.

Produz grande quantidade de frutos verde-amarelados com polpa suculenta e muito ácida, que podem ser consumidos in-natura, sucos, em compotas agridoces ou na forma de picles. Também serve como substituto do limão para temperar carnes e peixes. Frutifica no período de janeiro a fevereiro.

De fácil cultivo, gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. As mudas começam a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio. Não tolera geadas.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br


A Chef Bela Gil, sempre utiliza Biri-Biri em suas receitas, abaixo link para acessar sua página e receitas:

Salada Verde com Biri-Biri, Goiaba e Cajú: 
 Créditos: GNT


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Mafai ou Uva Birmanesa ( Baccaurea ramiflora )

MAFAI ou UVA BIRMANESA

( Baccaurea ramiflora )


Frutífera nativa das florestas do Sudeste Asiático, produz grande quantidade de frutos de casca firme, porém de fácil rompimento. Sua polpa é firme e suculenta, de agradável sabor agridoce. Podem ser consumidos in-natura, sucos ou geleias.

Árvore pequeno a médio porte, não passa de 10 metros de altura. Planta muito ornamental, com diversos usos medicinais. Por ser uma espécie dioica, é recomendado o plantio de 2 ou 3 exemplares para haver frutificação adequada.

Planta de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Gosta de solos férteis e úmidos, com boa drenagem. As mudas começam a frutificar em 3 a 4 anos após o plantio.

Mudas desta espécie são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos em pencas na planta




sábado, 3 de novembro de 2018

Espinheira Santa ( Maytenus aquifolium )

ESPINHEIRA SANTA

( Maytenus aquifolium ) - RNC 24415


Arvoreta ou arbusto de pequeno porte nativa da região Sudeste do Brasil, apresenta praticamente as mesmas características medicinais da Espinheira Santa do Sul (Maytenus ilicifolia), esta que é nativa das regiões de altitude do Sul do Brasil.

Planta há séculos utilizada na medicina popular brasileira, para tratamento de problemas estomacais como gastrite e úlceras na forma de chá, ou para tratar certos tipos de câncer, através do emplasto de suas folhas. (Para saber mais sobre as propriedades medicinais desta espécie e usos, adquira o Livro Plantas Medicinais no Brasil de Harri Lorenzi e F.J. Abreu Matos, clique aqui)

Espécie com atributos ornamentais devido a sua folhagem e aos seus pequenos frutos alaranjados, podendo ser utilizada no paisagismo, bem como na arborização urbana. Sua bela florada é levemente perfumada, atraindo grande quantidade de abelhas melíferas. E seus frutos servem de alimento para a avi-fauna.

Planta de crescimento moderado, porém de florescimento e frutificação precoce. De porte baixo, dificilmente passa de 4 ou 5 metros de altura.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos e folhas

Detalhe das folhas

Tamanho dos frutos e folhas

Detalhe de uma planta carregada de frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe de uma muda de Espinheira Santa produzindo frutos precocemente no Viveiro Ciprest em Limeira-SP





sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Araticum Salsicha ( Meiogyne cylindrocarpa )

ARATICUM SALSICHA

( Meiogyne cylindrocarpa ) - RNC 38559



Arvoreta de pequeno porte, que atinge até 6 metros de altura, por aproximadamente 3 metros de diâmetro, sendo nativa da Austrália, Nova Guiné e Malásia. Quando cultivada em pomares ou vasos, é possível mante-la com porte de menor tamanho com poucos tratos.

Produz frutos alongados em grande quantidade, agrupados em pequenas pencas, com casca vermelha e polpa alaranjada, com várias pequenas sementes. Estes possuem polpa macia e cremosa, e podem ser consumidos in-natura,  inclusive sua casca, por ser muito fina, pode ser consumida junto com a polpa, também em  sucos, geleias e sorvetes.

Planta com folhagem ornamental e de formato atrativo, pode ser utilizada no paisagismo, além de ser cultivada em pomares. Costuma iniciar a frutificação a partir do terceiro ano, após o plantio das mudas. Produz pequenas flores de cor creme, bastante ornamentais.

Frutifica durante a primavera e o verão, sendo seus frutos, como as outras anonáceas, muito atrativos para pássaros e a fauna em geral. Embora nativa de região de clima tropical, aceita regiões mais frias e suporta até geadas leves. Em regiões mais frias, perde maior quantidade de folhas no inverno, porém não é indicado para locais de frio intenso. Tem frutificado e produzido fartamente na Flórida, onde temperatura mínima chega a zero graus.  De fácil cultivo, gosta de pleno sol, solo fértil, com boa drenagem.

Mudas desta espécie, graças a parceria com o Viveiro E-Jardim do RJ, estão sendo comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br



Veja mais fotos abaixo: 


Detalhe dos frutos na penca

Detalhe do fruto cortado

Detalhe do fruto cortado



No mapa abaixo é possível ver região onde é nativo:
Fonte Discover life
Resultado de imagem para Meiogyne cylindrocarpa

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Abacate Breda ( Persea americana )

ABACATE BREDA

( Persea amaericana ) - RNC 03489


Variedades de abacateiro que produz frutos em pencas de pequeno porte. Frutifica no período de outubro a janeiro. Muito produtivo, seus frutos são pequenos com polpa sem fibras, e de massa firme. Podem ser consumidos in-natura, sucos, batidas, sorvetes e cremes. Como todo os abacates, são ricos em vitaminas e em aspectos nutritivos, além das muitas propriedades medicinais. 

Planta rústica de fácil cultivo, deve se tomar maiores cuidados somente no primeiro ano após o plantio, onde o sombreamento parcial da planta é recomendado. Pode ser cultivado em vasos grandes. Aceita a maioria dos solos, menos os encharcados. Deve ser plantada a pleno sol. Mudas desta espécie enxertadas começam a produzir frutos a partir do terceiro ano após o plantio.

O Viveiro Ciprest comercializa mudas enxertadas desta variedade/cultivar de abacateiro. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Tamanho do fruto



quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Uvaia Lisa ( Eugenia pyriformis )

UVAIA LISA

( Eugenia pyriformis ) - RNC 23992


Variação da tradicional Uvaia, esta seleção produz frutos de casca firme e lisa, com formato levemente achatado e polpa sucosa, sendo o sabor agridoce. Podem ser consumidos in-natura, sucos, geleias, doces, sorvetes e licores.

Árvore de médio porte, cresce ate 8 metros de altura, porém com podas e manejo adequado é possível cultiva-la em vasos. Folhagem e flores muito ornamentais. Planta apreciada pelos pássaros para ninhos. Pode ser utilizada como árvore para arborização urbana. 

 Deve ser plantada a pleno sol, em solos férteis e úmidos, com boa drenagem. Começa a produzir frutos em 1 a 2 anos após o plantio da muda.

Mudas desta espécie/variedade são comercializas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe de uma planta pequena já frutificando em grande quantidade

Tamanho dos frutos





segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Flamboyant Amarelo ( Delonix regia )

FLAMBOYANT AMARELO

( Delonix regia ) - RNC 38332

(RNC Solicitado ao Mapa Brasília por Edilson Giacon em 16/01/2018 , protocolo DV871939098BR concedido em 20/04/2018.)



Uma das árvores mais vistosas existentes, o Flamboyant Amarelo é uma árvore de grande porte, com copa imensa, que proporciona excelente sombra. Floresce com maior intensidade durante o período de setembro a novembro.

De origem africana, não passa de 12 metros de altura. Suas raízes são em parte superficiais,  portanto não é aconselhável o plantio próximo a calçadas ou áreas de grande fluxo de pessoas. Também não deve ser plantado próximo a fiação elétrica.

Árvore rústica de rápido crescimento, não aceita solos úmidos. Deve ser plantado a pleno sol, e por produzir sombra difusa abaixo da copa, é possível o plantio de plantas forrageiras sob a copa. Começa a florescer em 1 ano após o plantio das mudas.

Mudas desta espécie são comercializadas sazonalmente pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe da florada

Detalhe da florada

Detalhe da árvore florida

Detalhe da árvore florida

Detalhe da árvore florida



sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Pitanga do Cerrado de Transição ( Eugenia pitanga )

PITANGA do CERRADO de TRANSIÇÃO

( Eugenia pitanga ) - RNC 23990


Variedade de Pitanga do Cerrado encontrada em estado nativo em zonas de transição de Cerrado para Mata Atlântica. Como a pitanga do Cerrado, chega a ficar com pouco mais de 1 metro de altura, porém suas folhas são muito parecidas com a pitangueira comum, podendo ser diferenciada observando a forma arbustiva de crescimento da planta, pois esta solta diversos ramos laterais precocemente.

Produz grande quantidade de frutos vermelho alaranjados, de sabor doce. Variedade excelente para cultivo em vasos ou em pequenos espaços. Como toda planta do Cerrado, gosta de solos fracos, com pouca matéria orgânica. Deve ser plantada a pleno sol.

As mudas começam a frutificar em 1 ano após o plantio. Mudas desta variedade são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe da planta frutificando