Mostrando postagens com marcador Plantas da Restinga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Plantas da Restinga. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Clúsia Branca da Praia - Clusia fluminensis

 CLÚSIA BRANCA DA PRAIA

Clusia fluminensis - RNC 23804


Arbusto ou arvoreta nativa das restingas litorâneas do Brasil, é a variedade de Clúsia mais comum encontrada no país. Planta muito ramificada com raízes aéreas nos ramos, produz grande quantidade de pequenas flores brancas desde que não seja topiada. Suas sementes com arilo alaranjado são muito apreciadas por pássaros.


Planta muito ornamental, pode ser cultivada em vasos, maciços ou utilizada para cerca viva, onde aceita bem podas ou topiaria. Espécie rústica de fácil cultivo, aceita muito bem salinidade, sendo uma excelente opção para uso em regiões litorâneas. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. 


Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br


Veja mais fotos abaixo:


Detalhe das flores

Guirlanda de flores e folhas

Detalhe das flores e folhas na planta

Detalhe da planta

Detalhe da cápsula de sementes aberta

Clusia Branca da Praia usada topiada no paisagismo

Detalhe das raízes aéreas

Detalhe da planta

Utilizada como cerca viva

Utilizada como cerca viva

Abelha metálica na Clúsia

Abelha metálica na Clúsia

Tamanho das flores

Detalhe das flores e folhas





domingo, 1 de novembro de 2020

Guapi-nhem Açu ou Guamirim da Restinga - Eugenia zuccarinii

 GUAPI-NHEM AÇU ou GUAMIRIM da RESTINGA

Eugenia zuccarinii


Frutífera arbustiva rara, é encontrada nativa nas restingas litorâneas do Brasil. Produz frutos de sabor agradável, que podem ser consumidos in-natura, ou na forma de sucos, geleias e sorvetes. Frutifica no período de outubro a dezembro. Espécie encontrada em 2014 pelo nosso amigo Helton Josué do Projeto Colecionando Frutas, até 2019 estava identificada erroneamente como Eugenia ligustrina.


Produz florada melífera e seus frutos são muito atrativos para pássaros. Planta de pequeno porte, pode ser cultivada em vasos grandes ou em pequenos espaços. Planta indispensável em reflorestamentos de áreas degradadas da restinga.


Espécie rústica de fácil cultivo, é recomendado o plantio de 2 ou mais mudas para se obter maior frutificação. Embora possa ser plantada a pleno sol, o recomendado é o plantio a meia-sombra para aumentar a colheita de frutos. As mudas começam a frutificar em 2 a 3 anos após o plantio.


Em 2019 começamos a comercializar um pequeno lote desta espécie em parceria com o E-jardim, do nosso amigo Marco Lacerda.


Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos em centímetros

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Tamanho do fruto

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos antes do amadurecimento

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta



sábado, 19 de setembro de 2020

Clúsia Branca Vinácea da Restinga - Clusia lanceolata

 CLÚSIA BRANCA-VINÁCEA DA RESTINGA

Clusia lanceolata - RNC 23806


Belíssimo arbusto ou arvoreta nativa das restingas litorâneas do Brasil, geralmente não passa de 2 a 3 metros de altura. Produz lindas flores de cor branca com interior vináceo em grande quantidade. Floresce quase o ano todo.

Planta com folhagem verde brilhante muito ornamental, é uma excelente opção para uso no paisagismo ou para cultivo em vasos. Espécie rústica de fácil cultivo, aprecia a maioria dos solos, inclusive os arenosos. Pode ser cultivada em regiões litorâneas a beira-mar. Deve ser plantada a pleno sol ou meia-sombra.

Mudas desta espécie serão comercializadas pelo Viveiro Ciprest a partir de 2021 em pequenos lotes. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe das flores

Detalhe das flores

Detalhe das flores na planta

Detalhe da planta

Detalhe da planta

Tamanho das flores

Guirlanda de flores e folhas de Clúsia Branca-Vinácea





domingo, 16 de fevereiro de 2020

Araticum do Brejo ( Annona glabra )

ARATICUM do BREJO

( Annona glabra ) - RNC 23455


Árvore frutífera de pequeno porte, é encontrado nativo em praticamente todo o litoral brasileiro, principalmente em áreas de brejo, mangue e restinga. Produz grande quantidade de frutos de tamanho médio, de casca verde e polpa amarela. De sabor insípido, não é muito apreciado para consumo in-natura. Porém pode ser utilizado em geleias e sucos junto a outras frutas, principalmente para aproveitar as propriedades medicinais abundantes que apresenta.

Seus frutos também servem de alimentos para caranguejos, jacarés, entre outros animais presentes em áreas de brejo e mangue. Planta muito utilizada em reflorestamento de áreas degradadas ou junto a áreas úmidas de brejos, lagos e represas.

Espécie rústica de fácil cultivo, deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Aceita tanto o plantio em áreas secas como em áreas alagadas ou inundadas. Rápido crescimento.

Mudas desta espécie são comercializadas pela Ciprest. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo


Detalhe dos frutos e folhas

Quando os frutos começam a rachar estão maduros e no ponto para consumo

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Tamanho dos frutos

Detalhe dos frutos




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Quixabeira ( Sideroxylon obtusifolium )

QUIXABEIRA

( Sideroxylon obtusifolium ) - RNC 25527


Também conhecida como Quixaba ou Sapotiaba, é uma árvore frutífera de médio porte nativa da Caatinga e das restingas litorâneas do Brasil. Produz grande quantidade de pequenos frutos de casca lisa de cor negra-violácea. Estes quando bem maduros apresentam polpa suculenta e muito doce, de excelente sabor.

Muito apreciado nas regiões onde se encontra nativo, podem ser consumidos in-natura ou na forma de geleia. Frutifica durante o período de dezembro a fevereiro. Vale ressaltar que seus frutos devem ser consumidos bem maduros ou um dia após colhidos, pois estes são leitosos quando não totalmente maduros.

Planta com folhagem ornamental, apresenta copa densa e muito ramifica, e suas pequenas flores são perfumadas. Floresce no período de outubro a novembro. Espécie em risco de extinção devido a dificuldade de germinação de suas sementes, portanto é uma opção indispensável no reflorestamento de regiões litorâneas e de Caatinga.

Na ilha de Paquetá no Estado do Rio de Janeiro a Quixabeira quase se extinguiu devido a urbanização, sobrando poucos exemplares. Saiba mais sobre a Quixabeira de Paquetá, clique aqui.

Planta rústica de fácil cultivo, gosta de solos argilosos ou arenosos. Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra. Começa a produzir frutos em 3 a 4 anos após o plantio das mudas.

O Viveiro Ciprest comercializa sazonalmente mudas desta espécie. www.ciprest.com.br

Veja mais fotos abaixo:


Detalhe dos frutos e das folhas


Detalhe dos frutos cortados

Detalhe dos frutos e folhas

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos

Tamanho dos frutos

Detalhe da florada

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos na planta

Detalhe dos frutos

Detalhe dos frutos